Criança x Tecnologia

CRIANÇAS_TABLET2Imagem do Google

Hoje temos crianças menores de 5 anos que  já manipulam celulares e computadores a ponto de  encantar os adultos.

As crianças e adolescentes com seus celulares e tablets conseguem ter acesso as informações em tempo real, com a agilidade e curiosidade que lhes é peculiar, conseguem aprender muito rápido como usar esses aparelhos por mais sofisticados que pareçam.

Até que ponto a curiosidade pode ser prejudicial à saúde?

Já está comprovado que o uso indiscriminado desses recursos tecnológicos é prejudicial à saúde, causando transtornos como: obesidade, sedentarismo, alterações no sono, da fala e audição.

Mais que as crianças, os adolescentes demonstram na escola os efeitos do uso indiscriminado desses recursos tecnológicos através do comportamento, do baixo rendimento escolar e mostram-se desinteressados e cansados, como se estivessem em outro universo.

É impossível evitar que eles tenham acesso a esses recursos, pois estamos falando de uma geração que nasceu cercado por eles, mas é necessário pôr limites para que não se tornem dependentes. Como sabemos todo tipo de excesso torna-se prejudicial.

Nós como responsáveis devemos estabelecer horários para que nossas crianças fiquem a frente do computador, respeitando sempre os horários para estudo, atividades físicas e brincadeiras, não permitir que façam uso do celular ou tablets no horário das refeições, mas para que isso aconteça temos que dar o exemplo.

Nesse universo virtual com apenas um clique, eles tem a sua disposição uma variedade de jogos eletrônicos, até mesmo acesso a sites impróprios para sua idade, salas de bate-papo onde encontram pessoas para quem podem falar de seus “problemas” e aí está o perigo, é onde os pedófilos se aproveitam para conquistar mostrando-se solidário e amigo.

Até mesmo porque um problema que para nós parece insignificante para um adolescente pode ser muito grave, logo, a pessoa que lhe der atenção com certeza vai conquistar sua confiança.

Devemos resgatar a convivência familiar, adequando as atividades das crianças e supervisionando o uso dessa tecnologia através de sistemas de segurança que bloqueiam os conteúdos impróprios para crianças e adolescentes.

Agora, vamos falar do lado positivo dessas ferramentas tecnológicas, hoje temos crianças e adolescentes mais informados, capazes de discutir sobre vários assuntos. Eles conseguem conhecer lugares, culturas diferentes sem precisar viajar.

Os jogos eletrônicos auxiliam para o desenvolvimento do raciocínio.

Nas escolas, o uso da internet como busca e pesquisa contribuem para o aprendizado e acesso mais rápido as informações.

As redes sociais se usadas de maneira correta só tem a contribuir tanto na área da educação, entretenimento e informação.

E para concluir a regra é: não proibir, acompanhar sempre e limitar quando preciso.

Abraços,

Viglaides de Fátima Brião

Crianças Agressivas

crianças agressivasEssas crianças estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia.

Como coordenadora quando recebo ou percebo crianças assim, o primeiro passo é conhecer a família, saber o porquê desse comportamento, na maioria das vezes é resultado do que a criança vive ou presencia. Às vezes uma criança briga ou morde, pois brinca assim com os irmãos e pais, existem casos mais críticos que é quando a criança convive com a violência, álcool e drogas. Para essa investigação é necessário que a escola-professora, coordenação e psicóloga façam o acompanhamento dessas crianças com o objetivo de mudar este comportamento agressivo.

A agressividade pode se dar também por falta de limites, muitas vezes a criança não aceita ser contrariada ou ouvir a palavra “não”. Isso dificulta a sua adaptação na escola, onde ela encontra regras, segue uma rotina e é obrigada a socializar com outras crianças. Eu disse difícil não impossível!

Outro dia lendo uma matéria onde aconselhavam os pais a procurarem por um psiquiatra. Eu não concordo! Essa deve ser uma última alternativa.

Eu tive uma criança (em uma escola que coordenei) que tomava medicamentos com tarjas. O mesmo ficava sentadinho, não respondendo as atividades e também não interagindo com as outras crianças. Um dia a professora me chamou para mostrar que essa criança não conseguia se alimentar, pois estava muito sonolenta. Logo, chamei a mãe relatei o fato e pedi para que ela procurasse o médico, ela me respondeu: professora se ele não tomar o remédio ele fica agressivo, bate nos colegas e na professora, eu preciso trabalhar não tenho com quem deixar.

Eu sei que esta é a realidade de muitas famílias, mas como educadora falei para essa mãe que preferia ter uma criança que precisasse de mais atenção do que uma criança apática. Essa criança tinha apenas 4 anos.

Caras leitoras escolham bem o lugar irão deixar seu filho e não esqueçam medicamento só depois de serem trabalhadas todas as alternativas. Com carinho, amor e o trabalho da escola em parceria com a família é possível conseguir um resultado satisfatório.

 Abraços, até o próximo mês!

 Viglaides de Fatima Brião

Desenvolvendo o raciocínio lógico-matemático

Olá!

raciocio log matemat

Você sabia que é mais fácil ensinar matemática para uma criança de dois anos do que para uma de cinco? É só mostrar as quantidades com objetos concretos. Ela entenderá matemática de uma forma visual e estimulará o lado direito do cérebro.

Quando a criança começa a fazer arrumações com brinquedos, objetos ou qualquer outra coisa, ela inicia a construção de conceitos elaborados em sua mente. São construções intuitivas, sem pretensão de construir uma operação lógico matemática.

Nessas construções, a criança utiliza modelos adquiridos no convívio familiar.

As crianças possuem um grande potencial de aprendizagem, desde muito pequenas, por isso é importante incentivá-las a realizar atividades sempre respeitando a faixa etária ou seja não queira que a criança faça atividades que não tenha condições de desenvolver.

Algumas medidas podem ajudar no desenvolvimento mental das crianças:

– Quando se pergunta a idade para uma criança de 2 anos, os pais rapidamente respondem, não o façam. Deixe que a criança responda ou mostre nos dedinhos;

– Inclua jogos como boliche, jogos de montar, quebra-cabeça, lego, xadrez, damas, entre outros. Estes quando inseridos desde os primeiros anos de vida da criança estimulam o raciocínio lógico;

– O brinquedo estimula a curiosidade e a autoconfiança, proporcionando desenvolvimento da linguagem, do pensamento, da concentração e da atenção;

– Brinquedos musicais aguçam a percepção sonora e estimulam a observação, a criança passa a ver o mundo com mais detalhes.

A introdução da música no desenvolvimento da criança traz vários benefícios como:

– Estimula o desenvolvimento da linguagem, melhorar a capacidade de memorização e de raciocínio lógico;

– Auxilia a coordenação motora e outros.

Não esqueça a criança deve ser tratada como criança e não como uma miniatura de adulto.

Abraços e… até o próximo mês!

                              Viglaides de Fátima Brião

Existe uma idade certa para a criança começar a falar?

bebefalando3

Considerando que uma criança de 1 ano e meio já possui uma linguagem que lhe permite comunicar-se, devemos ficar atento quando uma criança de 2 anos, 2 anos e meio, não fala. Nesta idade elas já organizam as palavras. Neste caso é necessário a avaliação do pediatra a respeito para diagnosticar a necessidade ou não de um especialista.

Existem  fatores psicológicos que podem ocasionar atraso na fala, como por exemplo:

– a super exigência da mãe;

– a falta de estímulos;

– situações traumáticas;

– nascimento de um irmão;

– separação dos pais etc.

Não existe forma mágica para fazer a criança falar, pois a criança aprende reproduzindo o que ouve das pessoas que a cercam. Cada criança é um ser especial com suas habilidades, muitas vezes a própria criança determina a necessidade de falar ou não. Se a criança consegue se fazer entender e socializa-se com as outras crianças com facilidade sem usar a fala, isso pode ser tornar um fator do atraso.

Cuidados importantes ao falar com a criança:

– falar claro, não existe uma língua para crianças e outra para adultos;

– mostrar os objeto dando nome e para que serve;

– não falar na 3ª pessoa, por exemplo, dizer “me dá um beijo ?”, e não “dá um beijo na mamãe “;

– aceitar os gestos e mímicas como formas de expressão, não exigindo só a palavra;

– agir com naturalidade a cada descoberta, não exigindo que a criança repita o que aprendeu para mostrar aos outros;

– não cansar a criança, as vezes ela não está a fim de falar, preferindo ficar sozinha (brincando,assistindo desenho…) em silêncio;

– não corrigir a criança quando ela falar errado, apenas repita sem alarme o modo correto e pausado;

– não interromper a criança quando ela estiver falando, somente ouça mesmo que ela fale errado, não esqueça que a criança constrói a sua linguagem, não coloque palavras na sua boca.

“A criança é uma estrelinha no nosso universo”.

Até o próximo mês!!!

Viglaides de Fátima Brião

Novidades de agosto!

Boa noite pessoal,

lembram que falei que iria trazer novidades neste mês?! Então, vamos começar a semana sabendo um pouco mais sobre nossos filhotes?

Para nos auxiliar teremos colaboradores… são profissionais que aceitaram participar do nosso mundo Mamãe Mulher (que tem recebe visita de pais, tios, avôs, dindos e amigOs).

Dsc00264A primeira colaboradora chama-se Viglaides de Fátima Brião, pedagoga, 26 anos atuando na área de Educação – coordenação, supervisão e orientação.

Minha mamãe… hehe!

Nada melhor do que uma vovó especialista em Educação Infantil, né?!

Seja bem-vinda!